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domingo, 7 de junho de 2009

Fajã da Ovelha: CDS/PP obtém melhor resultado percentual na R.A.M

O melhor resultado em termos percentuais do CDS/PP na Região Autónoma da Madeira foi na Fajã da Ovelha.
Gabriel Neto

"Contra ventos e marés confiaram no CDS": Paulo Portas

data: 08-06-09
CDS-PP: Dois eurodeputados

À hora das primeiras projecções o CDS-PP movia-se com cautela. Apenas Pedro Mota Soares vinha dizer que apenas não se podia dizer muito «perante projecções». Depois, veio o silêncio. Nem apoiantes, nem declarações. Só quando os resultados finais chegaram chegou também a comitiva: Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio gritaram «Viva o CDS, viva Portugal» e mostraram-se satisfeitos com os dois eurodeputados eleitos.
8,4% foi o resultado que deu assentos no Parlamento Europeu a Nuno Melo e Diogo Feio. O CDS-PP foi a última força política na lista das cinco maiores mas mostrou-se satisfeito com o resultado que deixa o cabeça de lista, Nuno Melo, levar consigo Diogo Feio.
Demorou para que a noite aquecesse na Sede Nacional do Partido Popular, no Largo do Caldas. À excepção de meia dúzia de apoiantes da Juventude Partidária, nem um aplauso se ouvia. Apenas as conversas dos jornalistas iam animando o local. As projecções vieram, Pedro Mota Soares falou e depois veio o silêncio. Um silêncio demasiado sepulcral. Paulo Portas, Nuno Melo e Diogo Feio esperaram até perto do final da contagem dos votos para fazerem os seus discursos mas chegada a altura, o cenário no Caldas mudou.
O silêncio deu lugar a gritos de vários apoiantes com bandeiras que apareceram subitamente e a ausência de declarações foi substituída por gritos de vitória e abraços colectivos.
«Esta vitória é sua», disse Nuno Melo ao líder do partido. Portas retorquiu agradecendo aos portugueses que «contra ventos e marés confiaram no CDS».
O dirigente do CDS-PP salientou também que estas eleições europeias representaram uma derrota claríssima para o Partido Socialista e anunciou que o seu partido vai apresentar no Parlamento uma moção de censura ao Governo PS. «O país fez uma moção de censura ao governo Sócrates. O CDS dará voz, apresentando uma moção de censura na Assembleia da República como é justo e é merecido», anunciou, durante as suas declarações.
Terminados os discursos e apurados os resultados, rapidamente a acalmia voltou à sede do Partido Popular. Balanço da noite: dois eurodeputados e muito pouca festa por parte dos apoiantes.
Notícia retirada da edição do Sapo

domingo, 31 de maio de 2009

Portas na Madeira

Data: 31/05/09
Portas garante CDS capaz de repor autoridade de professores

O presidente do CDS/PP, Paulo Portas, pediu hoje a "confiança dos professores" e garantiu que o seu partido é o único capaz de repor a autoridade dos docentes na escola.

Numa acção de campanha para as eleições europeias de 07 de Junho na feira do Santo da Serra, na Madeira, Paulo Portas referiu-se à manifestação de sábado dos professores em Lisboa : "É muito preocupante que o um Governo como o Governo de Sócrates, em quatro anos de mandato, não tenha havido um único dia que não houvesse conflitualidade com os professores".
"Nós precisamos professores competentes, de pessoas que achem que a actividade docente é motivadora, de professores com autoridade em vez de serem desafiados na sala de aula e dentro da escola por um discurso igualitário segundo o qual o professor e o aluno estão no mesmo plano", referiu.
"Não estão" - continuou - "um ensina, o aluno aprende, são ambos seres humanos mas as posições na escola são diferentes".
Paulo Portas defendeu ser preciso "proteger a autoridade dos professores" e fez referência á manifestação de "milhares de professores ontem [sábado] nas ruas".
Por isso defendeu que a próxima política de Educação "deve tornar a avaliação dos alunos exigente porque a vida depois da escola é exigente, a autoridade dos professores claramente protegida sem nenhuma dúvida, a avaliação dos discentes pode e deve ser feita com um modelo consensual que o nosso partido já apresentou mas também é preciso avaliar a escola, os manuais, os currículos, os programas e acabar com esta política de perseguição a uma classe profissional que foi o que aconteceu nos últimos quatro anos".
Por isso, Paulo Portas deixou uma interrogação aos professores: "Quem é que é capaz de lidar com a questão da autoridade dos professores?"
"Não creio que sejam os partidos de esquerda porque têm uma relação difícil com a autoridade, acho que o CDS deu provas de defender a autoridade dos professores desde o primeiro dia e, por isso, também lhes peço confiança", concluiu.
Paulo Portas realçou ainda a "recepção calorosa" com que foi recebido hoje na Madeira, juntamente com o líder regional do CDS/PP-M, José Manuel Rodrigues, e com o candidato às europeias pela Madeira, Lopes da Fonseca, quinto na lista dos populares.
"Deu-se até a circunstância de um encontro democrático com os laranjinhas, nós éramos mais e eles eram menos, sinal dos tempos", gracejou.
"A Madeira no último Quadro Comunitário de Apoio não foi especialmente favorecida, alguma alteração de critérios prejudicou a Região Autónoma e vai ser preciso trabalhar todos em conjunto para conseguirmos que o bem que a Madeira recebe da Europa seja mais equitativo e melhor aplicado", disse.
"E nós fazemos esse compromisso", garantiu.
EC.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fonseca denuncia hipocrisia de Capoulas

Data: 18-05-09
No âmbito da pré-campanha para as Eleições Europeias, que se realizam a 7 de Junho, a candidatura do CDS/PP-Madeira esteve, ontem, na Fajã da Ovelha em contactos com a população à saída das missas, uma oportunidade para o candidato pela Região, Lopes da Fonseca, reagir às acusações feitas por Capoulas Santos.
Em declarações à imprensa, Lopes da Fonseca disse que as afirmações feitas pelo candidato socialista, Capoulas Santos, sobre a distribuição das verbas do POSEI-Agricultura revelam uma «hipocrisia e falta de seriedade».Lopes da Fonseca disse considerar «uma hipocrisia e uma falta de seriedade vir alguém, que foi um péssimo ministro da Agricultura fazer declarações deste tipo. Pois, o actual governo socialista tem uma taxa de execução de verbas comunitárias para a agricultura de apenas dois por cento. Aliás, o mesmo acontece, lamentavelmente, com a taxa de execução do Governo Regional. Por esta razão corre-se o risco de perdermos verbas da Europa para os agricultores, porque tanto o PS nacional, como o PSD regional, não disponibilizam esses apoios aos agricultores que vêem os seus rendimentos diminuírem a cada ano que passa».
Por outro lado, acrescentou ainda o candidato ao Parlamento Europeu, «o PS, na Assembleia da República “chumbou”, na última sexta-feira, uma proposta do Parlamento Regional, que visava a redução da contribuição dos agricultores madeirenses para a Segurança Social».Em seu entender, «o primeiro-ministro, José Sócrates, veio à Madeira e escondeu que o seu partido se preparava para prejudicar os agricultores da nossa terra. Porque, na Assembleia da República, o PS discriminou os agricultores da Madeira, face ao que acontece, actualmente, nos Açores».
É que, tal como afirmou o candidato dos populares madeirenses, «nos Açores as taxas contributivas para a Segurança Social são de oito por cento, enquanto que, na Madeira, vão passar, em breve, para os 25 por cento. Vê-se, também por aqui, que o PS demonstrou, uma vez mais, que não está de boa fé para com a Madeira».
Notícia retirada da edição do Jornal da Madeira

domingo, 17 de maio de 2009

Execução de verbas para a agricultura não ultrapassam os 2%

Lopes da Fonseca acusa PS nacional e PSD regional de baixa taxa de execução de apoios comunitários ao sector
Data: 17-05-2009

“É uma hipocrisia e falta de seriedade vir alguém que foi um péssimo ministro da agricultura fazer declarações deste tipo”. O candidato do CDS/PP ao Parlamento Europeu (PE), Lopes da Fonseca, respondeu desta forma ao desafio do ex-ministro da agricultura e candidato do PS ao PE, Capoula dos Santos, que ontem deslocou-se à Região onde participou numa acção de pré-campanha ao lado de Emanuel Jardim Fernandes.
O antigo ministro socialista acusou PSD e CDS/PP de “não terem propostas próprias” quando a UE se prepara para a avançar com a reforma da Política Agrícola Comum.

Lopes da Fonseca esteve esta manhã em acções de pré-campanha no concelho da Calheta, onde referiu que em matéria de apoios a projectos do sector agrícola tanto o Governo da República como Governo Regional 'ostentam' taxas de execução das verbas comunitárias destinadas ao sector na ordem dos 2%.

“Por esta razão corre-se o risco de perdermos verbas da Europa para os agricultores porque tanto o PS nacional como o PSD regional não disponibilizam esses apoios”, afirmou o candidato popular madeirense, acrescentando, “os agricultores vêem os seus rendimentos diminuir a cada ano que passa”.Lopes da Fonseca acusou ainda o primeiro-ministro de ter escondido na visita à Região que a bancada socialista na Assembleia da República se preparava para chumbar no mesmo dia uma proposta da Assembleia Legislativa da Madeira visando a redução da taxa contributiva dos agricultores madeirenses para a Segurança Social.


Notícia retirada da edição online do DN-Madeira

sábado, 16 de maio de 2009

Europeias 2009

Decorrerá neste Domingo mais uma iniciativa do CDS na freguesia da Fajã da Ovelha. O candidato do CDS/PP-Madeira às Eleições Europeias, Lopes da Fonseca, e José Manuel Rodrigues contactam com a população fajã-ovelhense. As declarações à comunicação social está marcada para as 10:30 junto à igreja de S. João, Fajã da Ovelha.
Gabriel Neto